Pérgola bioclimática de lâminas orientáveis
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O princípio é simples e antigo: em vez de uma cobertura fixa, um conjunto de lâminas que roda. Fechadas, formam um teto estanque; abertas, deixam entrar luz e criam corrente de ar. A pérgola bioclimática é, por isso, a única estrutura que se adapta às três situações de um dia de verão português.
As lâminas giram num eixo comum, habitualmente num arco de 0 a 135°. A 90°, na vertical, a passagem de ar é máxima e o calor acumulado escapa-se pelo topo, o que pode baixar a temperatura sentida em 4 a 6 graus face a uma cobertura fixa.
A 45°, obtém-se sombra com luz difusa, ideal para uma refeição ao meio-dia. Fechadas, a sobreposição dos perfis encaminha a água para as caleiras laterais.
A regulação faz-se por manivela nos modelos manuais ou por comando nos motorizados, alguns com sensores de chuva e de vento que atuam sozinhos.
Três números resumem a qualidade de uma pérgola bioclimática. A espessura dos perfis de alumínio, que condiciona a rigidez; a resistência ao vento, indicada em classes segundo a norma europeia, em que a classe 6 é a mais exigente; e a carga de neve admissível, relevante no interior norte do país.
Verifique também o percurso da água: as boas estruturas conduzem-na por dentro dos pilares até uma saída ao nível do solo, sem escorrências visíveis na fachada.
O tratamento de superfície, lacagem em pó com pré-tratamento, é o que garante a durabilidade junto ao mar.
Duas intervenções bastam. Na primavera, lave as lâminas abertas com água morna e sabão neutro, com uma escova macia, e limpe as caleiras.
No outono, desobstrua as saídas inferiores dos pilares e verifique o aperto das fixações. Uma vez por ano, aplique um lubrificante seco no mecanismo de rotação.
Consoante a implantação, escolha entre uma pérgola encostada à parede e uma pérgola independente no meio do jardim.
A Hespéride trabalha perfis de alumínio lacado, mecanismos acessíveis para manutenção e drenagem integrada nos pilares.
Explore a categoria pérgola e compare as configurações disponíveis.
Como funcionam as lâminas na prática?
As lâminas giram num eixo comum, habitualmente num arco de 0 a 135°. A 90°, na vertical, a passagem de ar é máxima e o calor acumulado escapa-se pelo topo, o que pode baixar a temperatura sentida em 4 a 6 graus face a uma cobertura fixa.A 45°, obtém-se sombra com luz difusa, ideal para uma refeição ao meio-dia. Fechadas, a sobreposição dos perfis encaminha a água para as caleiras laterais.
A regulação faz-se por manivela nos modelos manuais ou por comando nos motorizados, alguns com sensores de chuva e de vento que atuam sozinhos.
Que critérios técnicos comparar?
Três números resumem a qualidade de uma pérgola bioclimática. A espessura dos perfis de alumínio, que condiciona a rigidez; a resistência ao vento, indicada em classes segundo a norma europeia, em que a classe 6 é a mais exigente; e a carga de neve admissível, relevante no interior norte do país.Verifique também o percurso da água: as boas estruturas conduzem-na por dentro dos pilares até uma saída ao nível do solo, sem escorrências visíveis na fachada.
O tratamento de superfície, lacagem em pó com pré-tratamento, é o que garante a durabilidade junto ao mar.
Que manutenção anual pede?
Duas intervenções bastam. Na primavera, lave as lâminas abertas com água morna e sabão neutro, com uma escova macia, e limpe as caleiras.No outono, desobstrua as saídas inferiores dos pilares e verifique o aperto das fixações. Uma vez por ano, aplique um lubrificante seco no mecanismo de rotação.
Consoante a implantação, escolha entre uma pérgola encostada à parede e uma pérgola independente no meio do jardim.
Porquê uma pérgola bioclimática Hespéride?
A Hespéride trabalha perfis de alumínio lacado, mecanismos acessíveis para manutenção e drenagem integrada nos pilares.Explore a categoria pérgola e compare as configurações disponíveis.





















